Iluminação com LEDs x TVs com LED

Iluminação com LEDs x TVs com LED

LEDs têm estabelecido posição firme no mercado mundial de iluminação: são ecologicamente corretos, não contêm mercúrio e outras substâncias perigosas. Luz resultante é de excelente qualidade e econômica em termos de consumo de energia.

Tecnologias de LED têm estabelecido uma posição firme no mercado mundial de iluminação. A maioria dos países desenvolvidos criou programas de eliminação da iluminação convencional, utilizando lâmpadas incandescentes ineficientes, em termos de consumo de energia. As lâmpadas fluorescentes em breve seguirão o exemplo e perderão mercado para lâmpadas de LED.

Até recentemente, o mercado de lâmpadas eficientes em termos energéticos demonstrou um saudável crescimento anual, ao nível de 30%. No entanto, quando a crise financeira estabeleceu-se, a situação começou a mudar. Especialistas acreditam que em 2009 o mercado de lâmpadas de economia de energia perdeu ímpeto e cresceu de 10-15% na maioria (59,5-63.000.000 de unidades), enquanto em 2008, a produção foi relatada no nível dos 70 milhões de lâmpadas.

A baixa eficiência das lâmpadas incandescentes e o crescimento das tarifas de energia forçaram os governos a considerarem seriamente as tecnologias de economia de energia. Os rápidos avanços das nanotecnologias tornaram a substituição de lâmpadas incandescentes e fluorescentes numa realidade de futuro próximo. O mercado alvo de todos estes produtos é basicamente o mesmo: iluminação de grandes indústrias, complexos administrativos e de escritórios. É lá que a economia de energia passa a ser o objetivo primordial.

Os governos começaram a apoiar estas iniciativas de economia de energia por outra razão também: iluminação com LED é ecologicamente correto, não contém mercúrio e outras substâncias perigosas. LED (diodo emissor de luz) é um semicondutor que transfere a corrente elétrica em fluxo luminoso diretamente. A luz resultante é de excelente qualidade e é econômica em termos de consumo de energia. Por exemplo, no ano de 2000, uma tela de vídeo de 100m² tinha o consumo popular de potência de 600 kW; uma tela de vídeo de LED similar, mas com resolução muito melhor, hoje em dia não consome mais que 30 kW.

LEDs não contêm aditivos perigosos (correspondem totalmente ao padrão RoHS), não emitem UV, não exigem a utilização de programas especializados (em comparação com as lâmpadas fluorescentes, por exemplo). Adicione a isso a vida útil muito mais longa de lâmpadas LED, que geralmente é cinco vezes maior do que a das lâmpadas incandescentes e fluorescentes, e a razão pela escolha da tecnologia com LED torna-se evidente.

No estável ano de 2008, as vendas globais de iluminação LED
atingiram 54% em relação aos sistemas tradicionais de iluminação em todo o mundo. A fabricação de LED se tornou uma das indústrias mais atraentes do ponto de vista dos novos investimentos. Análises de mercado indicaram que em 2009, 30% das vendas globais do mundo todo continuaram sendo as de lâmpadas incandescentes tradicionais, 28% de lâmpadas fluorescentes e as demais, de lâmpadas a gás de economia de energia e lâmpadas de LED. Isso mostra a significativa mudança nas preferências do mercado, algo para ser acompanhado. As vendas de lâmpadas que economizam energia passaram de 25,7% para 28% e as de lâmpadas de LED de 3.8% para 4,5%.

De acordo com analistas de mercado, no futuro, a venda de lâmpadas que economizam energia e lâmpadas de LED continuarão a crescer, mas as lâmpadas de LED gradualmente irão alcançar e então, ultrapassar lâmpadas economizadoras de energia em sua popularidade. Hoje, a Europa continua sendo o maior mercado para novas tecnologias na área de iluminação, com o volume total de vendas aproximado de 23,5 bilhões de dólares em 2009. Segundo o Grupo Freedonia, outros mercados mais dinâmicos para novos tipos de iluminação são:

China – taxa de crescimento de 8,9%
Leste da Europa – 7,8%
África – 6,1%
América Latina – 5,8%
Canadá e México – 5%

Até agora, o Brasil continua a ser um “fiel defensor” de lâmpadas incandescentes ou fluorescentes. O governo ainda não definiu posição clara em relação a estímulos para trocas e alívio do sistema de geração de energia e ambiente. As lâmpadas LED no Brasil são menos comuns do que iPads. No entanto, a maioria dos especialistas acredita que o Brasil será um mercado importante para a iluminação com LEDs num futuro próximo.

Atualmente, o segmento de mercado de LED mais desenvolvido no país é a iluminação arquitetônica, projetos de design e aplicações de publicidade exterior. No entanto, o público está gradualmente se tornando consciente do quão melhor e mais econômico são as opções de iluminação para casa e ambientes comerciais.

Na época em que a iluminação com LED parecia ser uma tendência de mercado estabelecida e uma forma estratégica de implementação de tecnologias de economia de energia, esbarrou em obstáculo inesperado. Uma nova aplicação foi encontrada para LEDs – iluminação para moderna TV de LCD (chamada TV de LED). Como a margem de lucro nas vendas de TVs é significativamente maior, se comparadas com a iluminação LED, fabricantes de Leds imediatamente reorientaram suas linhas de produção às exigências do novo produto. Como resultado, muitos fabricantes de lâmpadas LED estão sobrevivendo com suprimentos limitados de LED. Temos a certeza de que a situação vai melhorar em 6 a 10 meses, mas a escassez atual de LED para lâmpadas de LED, sem dúvida irá afetar o abastecimento de lâmpadas de LED em todo o mundo.

Tomando como base, vejamos bons exemplos que vêm da cultura européia: o estabelecimento de normas rígidas para implantação eficaz de economia aliada a práticas ambientais corretas. Para os fabricantes e comerciantes, o fator mais eficaz é a recente Lei Federal “Na economia de energia e aumento da eficiência energética na Federação Russa”, que abre o caminho para a substituição obrigatória de todas as lâmpadas incandescentes de 100W e mais até o ano 2011. A economia total de energia para o país vai atingir cerca de 10-20%. A reforma do Estado vai começar com os edifícios federais; para o público em geral, a proibição de lâmpadas incandescentes começará com as lâmpadas incandescentes de 100W em 1º de janeiro de 2011, 75W: a partir de 1º de janeiro de 2013, 25W: a partir de 1º de janeiro de 2014.

Assim, as lâmpadas incandescentes serão finalmente banidas daquele país a partir de 1º de janeiro de 2014. O mercado estará livre para as lâmpadas de LED.

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